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Respiramos arte...Vivemos arte...Passa em nossas veias um sangue diferente, talvez seja até colorido...rsrs E temos uma missão que muitos não irão compreender... Mas tudo bem, não queremos ser compreendidos, só queremos distribuir um pouquinho do que mais gostamos de fazer, Arte. Percebemos que só somos felizes se estivermos integrados entre nós e entre as linguagens artísticas, seja qual for o lugar em que vivemos. Não nos falta disposição e força de vontade para crescermos!!! Então, não nos falta nada. Mas cuidado!!! Ao ler e participar deste blog, poderá ser contaminado! E se isso acontecer, seja bem vindo ao nosso mundo!

sábado, 27 de agosto de 2011

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Para conhecer as músicas e um pouquinho das obras dos artistas, preparamos um slide. Quer dar uma olhadinha?


Música: Urupaba
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Música: Gatos
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Música: Cores
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Reflexão e Ação


Produções Artísticas e Culturais para o público infanto-juvenil
Dentre as produções artísticas e culturais para o público infanto-juvenil podemos considerar livros, músicas, cinema, teatro, dança, programas de TV, filmes, entre outros.
 Propiciar às crianças e aos adolescentes um contato com as produções culturais é uma maneira de contribuir para a constituição do ser destes sujeitos, enriquecendo a formação artística e cultural, propiciando uma aprendizagem cultural, educativa, estética e artística. 
Torna-se importante criar reflexões sobre os mecanismos da cultura e os diferentes processos de interação entre a arte, a cultura e a infância para melhor compreender como estes mecanismos e processos podem contribuir para o crescimento qualitativo deste público e para a valorização da arte.
Buscando uma compreensão melhor qualificada sobre a questão da produção artística voltada para o público infanto-juvenil, encontramos referências que falam sobre o teatro e a literatura, um pouco sobre a dança, assim como a música que possui em suas vertentes um espaço dedicado ao público infanto-juvenil.
Desta forma o Projeto Acorde para Arte surge, inicialmente, como uma proposta de produção musical voltada para este público, que aborda também as linguagens artísticas das artes visuais, integrando a dança e o teatro, valorizando este tipo de produção.
Em relação a música, normalmente encontramos canções desenvolvidas com funções educacionais e de entretenimento. A música infantil teve um grande impulso a partir dos anos 80 no Brasil e segundo Vicente (2008:102) foi totalmente construída e apoiada pela indústria nos programas de televisão desenvolvidos para este público. Sabemos que alguns grupos de música estão preocupados com a valorização da música para o público infanto-juvenil buscando letras menos banalizadas, mais críticas e que tenham a ver com o contexto das crianças e dos adolescentes. Podemos destacar grupos como o “Palavra Cantada” criado por Sandra Peres e Paulo Tatit, o grupo “Lenga la Lenga” e profissionais da música como Tatiana Rocha, Bia Bedran, Hélio Ziskind, que desenvolvem este tipo de produção.
Pautados em referências sobre as produções artísticas para o público infanto-juvenil, criamos reflexões, problematizações, questionamentos e diálogos sobre a importância destes tipos de produções. As ações do projeto são resultados de um trabalho refletido, pensado e elaborado para abranger este público, colocando-o em contato com as linguagens artísticas, com a arte brasileira, contribuindo e enriquecendo para sua formação artística e cultural.
Desta forma Acorde para Arte desponta com o desafio de promover uma produção artística de qualidade voltada para o público infanto-juvenil, que merece uma atenção especial.
Texto escrito por: Lidiane Reis/Arte-educadora e Bailarina

terça-feira, 19 de julho de 2011

Ponto de vista


MÚSICA, INFÂNCIA E A INDÚSTRIA FONOGRÁFICA       


            A necessidade artística musical no ser humano é algo incontestável, pois desde o ventre materno estamos totalmente envolvidos em um universo sonoro ilimitado.
         Diante do objetivo a que queríamos chegar (gravar uma cd direcionado ao público infantil) e a temática já escolhida, houve a necessidade de abordar a concepção social de infância e sua relação com as mudanças na indústria fonográfica direcionada ao público infantil. Isto porque o conceito de infância varia com o decorrer da história e seria difícil falar sobre a música infantil sem fazer um paralelo com a criança de antes, até os dias de hoje.
            A infância, mais do que conceito biológico, é uma fase onde a sociedade tem influência direta sobre a criança, atribuindo valores e impondo regras. É um momento de intenso aprendizado para o indivíduo, período no qual muitos dos valores, crenças e opiniões se formam.
            No livro História social da criança e da família, Philippe Ariès (1978) descreve a visão da sociedade a respeito da infância no período medieval ao enxergar a criança com características ambíguas: inocente e impura, com características inatas e adquiridas, dependentes e independentes, acentuando a situação da criança no âmbito social e familiar. Ter um filho nesta época era visto como um empreendimento arriscado. A criança do Período Medieval é considerada como um adulto em miniatura. Aos sete anos, as que faziam parte da classe alta, eram obrigadas a ingressar no mundo adulto, forçadas a aprender como se fossem depósitos de informações, sem contar as roupas que eram obrigadas a usar e as responsabilidades que lhes eram impostas. As de classe baixa passavam pela mesma transformação, só que ainda eram obrigadas a trabalhar auxiliando os adultos nos afazeres domésticos e trabalho rural.         O tratamento que a criança recebia dos adultos se resumia em controle. Ou seja, o que se pretendia era dominar seus instintos, ensinar a se comportar como os adultos, logo, deixar de ser criança.
            No Renascimento o conceito de infância muda, trazendo uma valorização maior da criança e da família. Esta valorização vem acrescida de muitos mimos, demonstrando um contraste de comportamento em relação a época anterior. Neste período, a criança era exibida como um enfeite, ou como um “animal” que fazia graças.
            No início do séc. XVII, a família assume outro caráter no qual a criança torna-se o centro das atenções. Começa-se a entender a Infância como uma fase de desenvolvimento com características distintas e necessidades específicas. A partir daí, começa a se formar a imagem da fase “Infantil” distinta e especial, que chega até os dias de hoje.

A INDÚSTRIA FONOGRÁFICA DIRECIONADA A CRIANÇA NO BRASIL
           
            A música infantil já acontecia nas brincadeiras de roda e de cirandas, já fazia parte do convívio das crianças, só não tinha nada gravado fonograficamente e nem tinha esse título infantil.
            O conceito de infância bem como o papel da criança na sociedade, somados com o advento da industrialização, fez com que também no ramo da Indústria fonográfica surgisse uma parte dedicada ao público infantil. A criança é o reflexo do seu tempo e a música infantil acontece paralelamente, conforme as características de cada tempo. Cada momento da indústria fonográfica é dirigido a um tipo de público infantil. Este público, caminha de inocente a rebelde e a oscilação é grande tanto no campo musical (sonoro e lingüístico), como na idéia da imagem da criança em cada tempo.
            Dentre os primeiros trabalhos direcionados especificamente ao público infantil, não se pode deixar de reconhecer o trabalho de Heitor Villa-Lobos que aproveitando as cantigas de roda, conseguiu imortalizá-las. Mas, o registro discográfico que se intitula o primeiro disco genuinamente direcionado ao público infantil no mercado brasileiro, seria no ano de 1950, com o título “Branca de Neve e os sete anões” lançado pela Continental Discos[1]. Foi uma adaptação de um filme da Walt Disney, dirigido por Carlos Alberto Ferreira Braga, vulgo João de Barro ou Braguinha. Não foi apenas o primeiro disco infantil, mas foi a primeira produção fonográfica direcionada a este público, produzida industrialmente. Foi uma conhecida coleção Disquinho produzida em compactos coloridos.
            Segundo uma pesquisa da FUPESP (Federação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo) na FFLCH ­(Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo- Brasil) a protagonista da história (Branca de neve) tem um perfil ativo, diferente das Brancas de Neve que viriam posteriormente.
            Analisando a Branca de Neve da década de 60, veremos que ela aparece com características mais passivas, envolta em um mundo de sonhos e fantasias, diferente da fase anterior concebida por Braguinha em que ela era mais ativa. Analisando também a parte sonora, a música começava a se opor aos sucessos das rádios com melodias curtas, tonais e alegres.
            Foi durante a década   de  60 que o rótulo infantil se define com grande força. Agora, a indústria fonográfica já tem um setor específico para este público. No final desta década o cenário da música infantil passa por um momento de transição. Os novos compositores sentem a necessidade de contar suas histórias, deixando um fundo moral. Também é neste momento que se destaca uma personalidade importante na música infantil: O Palhaço Carequinha. Ele gravou O Bom Menino (“O bom menino não faz pipi na cama/ O bom menino não faz mal-criação/ O bom menino vai sempre a escola...”) que vendeu 2 milhões e 500 mil cópias. Também foi ele o primeiro a gravar em discos, cantigas de roda como Atirei o pau no gato, entre outras. Segundo pesquisa no site cifrantiga[2], consta que o jornal Folha de São Paulo certa vez publicou, que Carequinha que teria criado o primeiro rock infantil no Brasil, intitulado: O rock do ratinho.
            Já na década de 70 a idéia de música infantil é consolidada. A coleção da Disney está no auge, agora lançada pela Abril Cultural e adaptada por Edy Lima. A característica mais aparente leva a uma negação da realidade e as personagens (Branca de Neve, Chapeuzinho Vermelho e Alice) são passivas e totalmente ingênuas, conforme a perspectiva do adulto, que queria somente proteger, orientar e educar as crianças. Neste período as representações musicais com os contos de fadas, o circo e os animais carregavam características de fantasia, ludicidade e folclore. Também carregavam temas educacionais e de moralidade que eram perceptíveis nas músicas de datas festivas, hinos, músicas religiosas e educativas. Toda essa fantasia musical de certa forma servia para controlar os impulsos infantis.   O que se pretendia com a música era transmitir à criança o ideal de comportamento que deveria ter, esperando assim que se tornasse um adulto dentro dos padrões estipulados pela sociedade da época.  Em 1976, iniciou-se a fase de reedições. Ou seja, fizeram-se poucas novas coleções que acabaram sendo marcadas pelo Marketing. Ex: “Sítio do pica-pau amarelo” e “Arca de Noé”. É o momento onde a Indústria Fonográfica Infantil se especializa e se torna profissional. A criatividade não tem limites tanto para os ideais comerciais quanto para o ideal estético musical.
            Por volta de 1980, abriu-se caminho para o surgimento de grupos infantis que obtiveram um sucesso enorme em vendas. Foi o início da produção em grande escala e as  músicas apresentavam excessivos refrões que martelavam o nome do grupo, do cantor ou do programa. Balão mágico, Trem da alegria e os Abelhudos fazem parte desses grupos infantis e quando essas crianças foram crescendo, houve as substituições que não apresentaram o mesmo efeito. Neste instante entram em cena os adultos infantilizados, dentre eles Xuxa, seguida de Eliane, Mara Maravilha e Angélica. Abre-se preferência para uma música acelerada e muito percussiva, além de uma melodia e harmonia muito simples. Se anteriormente a mídia apresentava crianças, bonecos, animais e objetos animados e coloridos, agora a mídia apresenta o adulto-ídolo que domina o público infantil e fortalece o comércio, ou seja, cresce neste período a relação entre a mídia, consumo e a infância. Se em um momento a indústria caminha conforme o público, em outro momento ela já tem total domínio para manipular este público.
            Quanto às histórias, agora os finais das histórias tinham um culpado. Ora o próprio personagem, ora o destino. A Alice agora é uma criança independente dos adultos, podendo decidir sobre tudo.
            O que fica claro é que a música infantil passou a caminhar de acordo com o conceito de infância que o mercado quer ver. A linguagem sonora e lingüística usada nas músicas é um fator tão importante que é capaz de incutir e futilizar valores.
            Analisando cada fase, podemos perceber características específicas tanto na parte sonora quanto na linguagem. O que se sabe é que a melodia de uma música pode provocar sentimentos antes mesmo de ter uma letra. A letra de uma música sem a melodia é talvez algo que não chame a atenção. Porém, quando esta letra é cantada, torna-se um instrumento capaz de mudar comportamentos.
            Com o grande avanço comercial da Indústria Fonográfica, a criança tem recebido e absorvido informações inúteis e até danosas ao seu desenvolvimento sociocultural e intelectual. O público infantil tornou-se para os produtores, consumidores em potencial. O que tem acontecido é que toda essa produção comercial acaba subestimando a compreensão musical infantil, privando assim a criança de informações que a tornariam um adulto musicalmente crítico.
            No livro Arte, Infância e Formação de Professores, Ostetto fala sobre a “massificação de produtos culturais” colocados para a sociedade conforme o “gosto do mercado” mais que o “gosto popular”.

                                      Na verdade, o povo, transformado em massa é também o mercado onde serão divulgados e vendidos esses artigos, como por exemplo, os produtos da indústria do disco. O que acaba acontecendo é que as músicas deixaram de ser obras artísticas para tornarem-se produtos industrializados (OSTETTO, 2004, p. 48).

            O poder da indústria de massa tem influenciado muito no gosto musical infantil, fazendo com que a criança goste até mesmo de trabalhos que não são direcionados a ela. O ditado popular “gosto não se discute” se torna um tanto quanto questionável quando nos deparamos com a realidade. Com uma simples pergunta direcionada a uma criança podemos traçar o perfil da infância de hoje, como por exemplo: De que música você gosta? Porque você gosta desta música? As respostas serão quase que sempre as músicas Top das rádios e dos programas de TV. Ou seja, temos uma infância totalmente hipnotizada pela mídia, uma infância atraída apenas por um ritmo dançante e um modo de ser sem muitas regras. “Tais músicas não têm somente uma proposta de dança, mas uma proposta de consumo sendo assimilada e um jeito de ser no mundo” (OSTETTO, 2004 p. 52). 
 
           


segunda-feira, 18 de julho de 2011



Todo esse projeto teve início em um TCC (trabalho de conclusão de curso). 
Neste trabalho foi abordado alguns questionamentos sobre a música  e a criança, qual o conceito de infância que existia e o conceito que se tem nos dias de hoje.
Trechos deste texto poderão ser lidos nas próximas postagens, assim como estarão disponibilizadas as letras das músicas e algumas informações sobre os artistas que foram escolhidos para as músicas do "Acorde para arte".

Inté.


Arte por toda parte

(Auguste Rodin

A Cia Sonarte de música e arte é um projeto que vem distribuir arte para o maior número de pessoas, seja ela de qual for a classe social, raça ou religião. É certo que o público a que nos destinamos é o infantil. Isto porque almejamos um futuro de adultos mais sensíveis e questionadores as coisas que se passam ao seu redor. Temos esta esperança e fazemos o que podemos para que isso aconteça.

Um dia desses...

Um dia desses, tivemos o prazer de participar de um momento importantíssimo na vida de 5 pessoinhas lindas e cheias de sabedoria. Foi a formatura delas no curso de literatura promovido pela "Vivi e a Cris"lá no projeto ARTE NO DIQUE (Zona Noroeste/Santos). Lá estávamos nós cantarolando especialmente para elas.
Existem momentos em nossas vidas que são únicos.
Obrigada o carinho de todas. Que este seja o primeiro dentre os vários outros cursos que vocês farão. 
Para conferir mais sobre o projeto dessas lindas meninas clique no link abaixo:


Olha lá os certificados das meninas!




Olha o sorriso!

Fábio e Leandrinho, como diz a Vivi.

Ju e Leandro



Fábio e Ju cantarolando e Leandro no violão


Leandro, Vivi, Juju e Cristina


Que felicidade!

terça-feira, 21 de junho de 2011

Acorde para Arte e COM.COM

Pois é, dentre todas as apresentações realizadas pela Cia Sonarte, uma delas teve um significado diferente. "Acorde para Arte" foi apresentado dentro do bairro em que a maioria dos músicos reside, foi na "Fabril".
Muitos conhecidos do bairro não sabiam que existia o projeto e tiveram a oportunidade de apreciar.
Esta apresentação foi possível devido ao convite feito pela equipe do Projeto Com.Com (Comunicação Comunitária) que atualmente desenvolve um projeto de Rádio, TV e Jornal dentro da comunidade.

Valeu COM.COM
Esperamos que esta, seja a primeira de muitas empreitadas juntos.
A Cia Sonarte agradece e já espera ter o apoio de vocês para distribuir arte a todos os cantos.
Valeu a parceria!


Abaixo, algumas fotos da apresentação cedidas pela equipe COM.COM.
Mais informações sobre o Projeto COM.COM acesse:







domingo, 19 de junho de 2011

Espetáculo "Acorde para Arte"- missão cumprida e compriiiiiida








































A Cia Sonarte de Música e Arte, aproveita o espaço para agradecer a todos que colaboraram nesta empreitada. Correria louca!
Com certeza é devido ao esforço de cada um e outros tantos que não estão nas fotos, doando tempo, trabalho e vontade, que possibilitou a realização de todas as fases do projeto.

Agradecemos as fotos do espetáculo do arteiro Fernando Ferry e a arteira Mariana Silveira e em breve postaremos os vídeos e agradeceremos outros tantos arteiros.

Nos próximos capítulos, mais "Acorde para Arte" em outros lugares. Valeu!



O Espetáculo

No dia 27 de maio toda Cia Sonarte estava a postos para o fechamento de todo o processo que iniciou-se com as oficinas e seria finalizado com o espetáculo.
Logo cedo já estavam na escola e nos preparativos para a apresentação que teria início as 16h.


Tudo pronto!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Continuação...

Oficina de Dança

As oficinas de dança foram ministradas pela Profª Lidiane Reis que começou com um alongamento, aquecimento e atividade lúdica, mas a criançada se soltou mesmo foi ouvindo a música Abapuru.
Depois de conhecer a obra e falar sobre a artista Tarsila do Amaral, a professora aproveitou a imagem para estimular os alunos a se movimentarem como se fossem o personagem da obra, usando a imaginação.
Enfatizou a desproporção do corpo do Abapuru e suas particularidades.








Oficina de Música

Qual a criança que não gosta de música? Pois é, não foi diferente quando a Profª Juliana Finamore e o "Tio Lelê" chegaram nas salas. A recepção foi calorosa e participaram sem nenhuma vergonha de todas as atividades propostas.
Dentre as atividades iniciais trabalhamos a atenção, memorização, duração e ritmo com a música do "Chapéu de três pontas". Foi um sucesso!
Dentre as músicas do cd "Acorde para arte"a profª Juliana usou a música entitulada "Derrapagem" que se refere a obra de mesmo nome da artista Regina Silveira.
Primeiro houve uma roda de conversa, onde a professora pôde expor a idéia da obra da artista e as crianças trouxeram suas informações sobre o trânsito e suas consequências. Em seguida a memorização da música do cd..
Obs.: No dia do espetáculo todos cantaram essa música.





É isso aí, nesta postagem foi possível entender parte deste projeto.
Na próxima postagem falaremos do grande dia. "O espetáculo"
Inté.